Publici&Tal na Agência DMI

Estamos chegando ao fim da jornada desse blog. Foram cerca de quatro meses e 15 posts dedicados a cases, pesquisas, inovações e tudo que acontece no mundo do Marketing e Publicidade Digitais. Nosso grupo reuniu diversos materiais de pesquisa e, para realizar seu trabalho de conclusão da matéria resolveu ir além: conhecer o dia a dia de uma agência 100% digital.

Foi com essa ideia que chegamos até a Agência Interativa DMI. A DMI foi fundada em janeiro de 2007, em Salvador e, desde então, mantém-se fiel ao meio digital: diferente de outras agências off que migraram para o meio da internet após seu boom, a DMI nasceu no digital. Fomos até a agência e entrevistamos alguns de seus profissionais para entender o dia a dia de uma agência digital, as diferenças, falar sobre campanhas, sobre o mercado e outros assuntos.

Essa conversa virou um documentário – Publici&Tal na Agência DMI – de pouco mais de 17 minutos que está no Youtube e você pode conferir abaixo. Se você acha que o meio digital é a sua ou quer saber na prática como funciona uma agência desse tipo, não deixe de conferir!

Publicidade digital dá uma mãozinha pro jornalismo

Não é novidade que os jornais impressos estão com cada vez mais dificuldades para sobreviver. A alternativa para as empresas de jornalismo é ir para onde está o público consumidor de suas informações e buscar ganhar dinheiro através dessas mídias.

O caminho mais óbvio e o que tem sido seguido pela maioria das empresas é o do meio digital, e para que a internet possa sustentar ao menos parte do orçamento das organizações jornalísticas, elas tem buscado vender as notícias que estão em seu site. Ao invés de ir na banca comprar o jornal, os consumidores precisam fazer uma assinatura para ter acesso ao conteúdo completo do site.

No Brasil, a Folha de São Paulo já adota esse sistema, chamado de paywall, permitindo que os usuários acessem até 40 textos por mês antes de bloquear o acesso e convidar a pessoa a fazer a assinatura do site. A nível mundial o New York times foi um dos pioneiros desta prática, e o seu sucesso vem atraindo os investimentos de marcas interessadas no jornalismo pela internet. Continue reading

Seja + Fashion a cada Like!

Já imaginou se aquela dúvida sobre qual roupa escolher fosse solucionada pelo cabide da sua roupa?

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Pois é a C&A trouxe, pela segunda vez, a solução para essa dúvida cruel!

No ano passado, no “Mês das Mães”,  a varejista em parceria com a agência DM9, trouxe a suas lojas cabides com visores conectados via Wi-Fi, que contavam a quantidade de “likes” através das fotos expostas em sua Fã Page, os seguidores podiam curtir em tempo real as peças dispostas para compra, funcionando como um mensurador de qualidade e beleza.

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Playstation 4: interativo e virtual até na campanha

Há duas semanas e meia, a Sony apresentava ao mundo o Playstation 4, seu videogame para a nova geração de consoles. Nosso foco aqui, porém, não vai ser o videogame ou os games apresentados no último dia 20. Falaremos sobre a campanha de lançamento feita pela Sony para promover a Playstation Meeting, evento no qual foram apresentadas as especificações técnicas e alguns vídeos do console.

Para deixar os gamers e críticos da área empolgados para o grande dia, a Sony se utilizou basicamente de duas ferramentas: o Youtube como portal para os vídeos e suas mídias sociais como difusoras do mesmo. A campanha se iniciou no dia 31/01, quando a Sony lançou ao mundo esse teaser, que não diz muita coisa e apenas anuncia a data chave: 20/02.

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Quem procura, acha: sobre marketing nos buscadores de conteúdo

É impensável considerar as atribuições da internet hoje sem citar a possibilidade de pesquisar sobre produtos e serviços. Quando queremos ter acesso a informações sobre um livro, um destino turístico, um produto de beleza ou o mais novo modelo do Iphone, por exemplo, recorremos aos buscadores. “Não sabe o que é? Pesquisa no Google que acha!”. Quem nunca escutou algo parecido?

O número de acessos a esse tipo de site (Google, Yahoo, etc) é gigantesco. Sendo assim, uma das tendências extremamente interessantes para o marketing digital é trabalhar para que as empresas possam promover seus anúncios a cada busca. E para que eles sejam mais eficazes, devem fazer com que cada internauta receba os anúncios de forma específica, de acordo com as palavras-chave que ele digita no buscador.

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A Porta dos Fundos da Publicidade Digital

Curioso – e um tanto chocante – colocar dessa forma, mas começarei a análise desse post sob essa perspectiva: cinco comediantes estão mudando a forma de se enxergar a força da publicidade na internet e nos meios digitais na atualidade. Fábio Porchat, Gregório Duvivier, João Vicente de Castro, Antônio Tabet e Ian SBF fundaram, em agosto do último ano, o Porta dos Fundos, canal no Youtube e empresa homônima, que gerencia e cria os conteúdos postados no canal.

O canal começou por uma vontade dos cinco humoristas, que queriam fazer humor sem estar presos às necessárias amarras da televisão ou teatro, meios nos quais já faziam sucesso e dos quais não se desligaram. Nosso foco, porém, não ficará no humor e na revolução que eles também estão provocando nessa área, mas sim na área da publicidade digital. Tudo começou ainda antes do Porta dos Fundos. Conforme Porchat revela nessa entrevista à revista Época Negócios, a empresa trabalha com situações cotidianas e extrai o humor a partir delas.

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Quando o intervalo não é a hora de ir no banheiro

Na terra onde o futebol é chamado de ‘soccer’, existe uma final de Copa do Mundo a cada ano, mas se nos Estados Unidos o grito de gol não chama tanta atenção, é a decisão da principal liga de futebol americano do país que faz as famílias e amigos se reunirem em torno de uma TV para ver esportes.

Não importam os times que estejam jogando, isso quase não muda o jeito como os americanos encaram o Super Bowl, como é chamada a decisão da National Football League (NFL). Os números que envolvem esse jogo são impressionantes: 111,3 milhões de pessoas assistiram a edição de 2012 da partida, e é previsto que em 2013, a final entre Baltimore Ravens e San Francisco 49ers, que aconteceu dia 3 fevereiro, tenha movimentado cerca de 11 bilhões de dólares.

Diante de um público tão fidelizado, as principais empresas do mundo não perdem tempo para investir alto nos anúncios para a transmissão do jogo. As marcas que tem o direito de fazer inserções durante a transmissão oficial do Super Bowl lançam algumas de suas principais propagandas nesse dia e elas pagam muito caro por isso. São quatro milhões de dólares por 30 segundos de exposição para o todo o país. Continue reading